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Lifesolic®. Aumento de força e manutenção do peso. Preserva a massa muscular e rejuvenesce os músculos.

O composto bioativo do Lifesolic™, o ácido ursólico (50%) , é um composto natural, encontrado em alguns tipos de frutas, tendo efeitos comprovados por pesquisadores americanos, podendo destacar a inibição do acúmulo de gordura corporal, a redução da resistência à ação da insulina por meio do fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1), atenuação da atrofia e catabolismo muscular, hipertrofia muscular e ação antioxidante.

O treinamento de força é responsável pelo aumento de alguns fatores anabólicos como a insulina, IGF-1 e miosinas e pela atenuação de genes relacionados à atrofia e catabolismo muscular. Diversos estudos já demonstraram que a elevação do IGF-1 induzida pelo exercício, pode regular a hipertrofia e a força muscular, e tem sido fortemente associada aos níveis de miosinas como a Irisina. A síntese proteica é regulada em muitos níveis e envolve vários mecanismos de sinalização intracelular. Dentre os mecanismos intracelulares que controlam a síntese proteica, a via sinalizada pela serina/treonina quinase – Akt (também conhecida como proteína quinase B – PKB) apresenta um papel chave neste processo. A fosforilação e ativação da Akt são conhecidas por uma variedade de estímulos, como fatores de crescimento, citocinas e hormônios, de maneira dependente da fosfatidilinositol 3 quinase (PI3K). A estimulação dessa via também é responsável pela inibição dos fatores de transcrição FoxO relacionados à degradação proteica e atrofia muscular.

A Irisina é uma miosina que foi identificada em 2012 em um estudo realizado no Instituto do Câncer Dana-Farber, na cidade de Boston. Inicialmente acreditava-se ser secretada exclusivamente pelo tecido muscular, sendo posteriormente comprovada que também é secretada pelos adipócitos e exercer importante função autócrina e endócrina, ao mediar os efeitos benéficos sistêmicos do exercício físico no metabolismo.

Durante o treinamento físico, quando há um aumento da demanda energética, ocorre o aumento da expressão de PGC-1α (armazenada em maior quantidade nas mitocôndrias do tecido branco do organismo). A PGC-1α é uma proteína coativadora, que regula a transcrição de genes em resposta a estímulos nutricionais e fisiológicos e sabe-se que ela também desempenha papel importante ao mediar os efeitos benéficos do exercício.

Após ser secretado o hormônio Irisina atinge o tecido adiposo branco (TAB) através da circulação sanguínea estimulando a produção da enzima UCP-1, que leva a conversão do tecido branco em marrom. A ação do hormônio Irisina sobre as mitocôndrias do tecido adiposo regula o metabolismo, aumentando o gasto energético e convertendo o tecido branco em marrom.

Um estudo publicado em 2014 no Korean J Physiol Pharmacol, analisou os efeitos do uso do ácido ursólico associado ao treinamento de força por 8 semanas. Os autores avaliaram composição corporal, insulina, (IGF-1), Irisina e força muscular esquelética.

O percentual de gordura corporal diminuiu significativamente (p <0,001) no grupo suplementado com ácido ursólico, apesar do peso corporal, índice de massa corporal, massa corporal magra, glicose e níveis de insulina permanecerem inalterados. Os níveis de IGF-1 e irisina foram significativamente aumentados em comparação com os níveis basais no grupo suplementado (p <0,05). A extensão máxima direita e esquerda (p <0,01), flexão direita (p <0,05) e flexão esquerda (p <0,001) aumentaram significativamente em relação aos níveis basais no grupo suplementado.

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